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12 Maio: 23.45H > 0€
 
 
 
 
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Ana, Live act + Vídeo
 

Parafraseando o tipo que faz os comunicados da ZDB: "Imaginem a criatividade dos Neptunes, a força de Electronicat, a subtileza de Akufen, a precisão de Dave Weckl aliados a um sentido de humor género Fernando Pereira. Um cocktail de atitudes e sonoridades que pouco ou nada tem a haver com a música do Ana. Agora imaginem a inocência de Ministars, o corpo da Avril Lavigne, a voz do Cândido Mota, e cara do gato do Shrek…"

Citando Eduardo Sardinha (Blitz): "Glitchy-Electro-Acid-Breaks-House com toques McEuro-Latino-Hipopianos a cair para os minimalismos da editora Kompakt com um piscar de olho aos tiques frescos do Modernist. Uma coisa infeliz..."

Ou parafraseando Simon Reynolds: "Ana... hmmm... never heard of it."

Quando entrevistado João Marrucho não teve receio de denunciar os seus interesses: "As minhas referências dentro da música de dança são projectos editorias como a Italic (ALE), Tigerbeat6 (EUA), V/VM (ING), Minimise (ALE), Raster Noton (ALE), Trax (EUA), a Variz (PT) e podia continuar o name-droping até me fartar, mas fico por aqui. De momento estou envolvido num projecto de edição em CDr de conteúdos musicais produzidos em Portugal. Não temos em mente nenhum tipo de linha hermética e nem tudo o que publicamos é parecido com o que nós próprios fazemos. Chama-se Ástato CDR e um dos critérios de selecção de produtores é a emoção que a música nos transmite. De momento estamos a preparar o segundo Ep que deve sa! ir para o mercado (os amigos) dentro de um mês. Queremos coisas que denunciem os meios.(...)
Nova Emoção é o nome que dei ao som que faço e gosto. Na crítica não dá para evitar as definições, por isso prefiro ser eu a escolher o nome da coisa. Gostei do toque popular do nome... (risos) É tudo produzido digitalmente e o produto final denuncia quase sempre isso.
Simulo pianos de cauda, guitarras acústicas, e mesmo sitentizadores como Roland Alpha Juno (aquele do Euro-House), o TB 303, a caixa de ritmos TS808, e outros tantos entre a infindável parafernália analógica que antecedeu o computador como meio de criação musical.
Parecendo que não, é muito divertido e torna-se mesmo um desafio quase intelectual evitar os foleirismos (...) quando estou chatedo e preguiçoso, torno mesmo as coisas mais azeiteiras... Acho que as coisas boas não podem ser sempre muito à "frentex", ás vezes é preciso ir às coisas más (entre aspas) e ensaiar o gosto. (...) A frase que me tem acompanhado durante esta semana é: Se não podes pô-los a pensar uma! vez, não podes pô-los a dançar duas vezes."

 
 
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  @ 2004/5, Passos Manuel